Boa tarde amigos das finanças, Fechando o mês de junho conseguindo recuperar os aportes.
Fiquei bem satisfeito com o aporte realizado, principalmente que aumentei meu custo fixo (contratação de novos profissionais afim de me auxiliar). Finalmente estou chegando próximo à barreira dos R$ 200.000,00 em dinheiro. Acaso fosse somar o patrimônio, já estaria bem acima desse patamar. Mas aqui no blog optei em contabilizar somente a bufunfa. Essa é uma marca animadora para mim, principalmente em se pensar que poucos anos atrás eu recebia um salário de R$ 900,00 por mês. Mesmo nessa época, conseguia fazer pequenos aportes mensais (R$ 50,00 a 100,00) que foi todo investido em mim mesmo. Tomei algumas decisões esse mês. 1) Vou vender meu carro (carro premium, valor de mercado na casa dos 6 dígitos). O montante que pegar na venda, vou comprar um modelo mais econômico e "normal". Com essa manobra, meu gasto em combustível mensal deve cair de 4 a 5 mil reais para 1500 a 2500 reais, uma economia e tanto!
Caso eu optasse em "encostar" minha máquina atual e deixasse ela na garagem, mesmo assim teria um gasto mensal de quase R$ 1.200,00 (somando IPVA, seguro e 1 revisão anual). Tendo-se em vista que investi demais em mim mesmo; considerando que até hoje sou CLT e desenvolvo minhas outras atividades paralelamente e considerando que já aproveitei bastante esse mundo dos veículos premiums, por enquanto vou me desligar desse segmento e focar em outros aspectos da vida.
Vou sentir falta da adrenalina e da emoção de andar a mais de 250 km/h (a responsabilidade mandou um abraço). 😂 O valor da venda do carro não entrará na conta do blog. Acaso eu inclua como "um aporte", será identificado afim de separar as entradas de dinheiro novo daquelas de "troca de patrimônio". Confesso que a blogosfera teve um peso considerável para essa decisão. 2) Vou comprar um imóvel novo Apareceram algumas oportunidades e a chance de comprar um imóvel fino, com acabamento de altíssimo padrão num valor excelente. Como a família está aumentando e eu moro em um apartamento extremamente pequeno (coisa de 40 metros quadrados), está na hora de me mudar. Estou fazendo manobras para adquirir o imóvel sem que eu tenha que usar qualquer montante da minha reserva financeira e também analisando formas de reduzir meus gastos mensais afim de custear uma parte que terei que financiar. A redução dos gastos mensais é mais difícil por conta do meu padrão de vida (simples), meu único luxo era o carro mesmo. Mas não gasto em roupas, sapatos e outros supérfluos sem que eu realmente esteja precisando. Desta forma, para a aquisição desse imóvel, vou utilizar o valor da diferença do carro, vou vender um apartamento que possuo e o restante pretendo financiar em um período não muito grande, cujas prestações restantes serão pagas com a "economia da gasolina" mensal. Caso aperte, possuo alguns terrenos que posso "queimar" para quitar logo essa casa. Não tenho como deixar de comprar nesse momento, posto que o valor é extremamente atrativo, além de que só me mudarei no próximo ano (sem custos portanto durante mais um ano) e precisarei pagar a entrada somente após a mudança ou somente em 2019 (depende de acertar ainda). No mais, segue o bonde. Continuei trabalhando muito, focando em aumentar a receita mensal.
APORTES
Aportes Renda Fixa: R$ 19.245,71 Aportes Renda Variável: R$ 1.030,00 Aportes totais: R$ 20.275,71 Rendimento: + 0,53% Fechamento: R$ 197.554,52 Conta Paralela não computada no blog: R$ 1.000,00 (abri essa rubrica separada, só para controlar um montante que coloquei e pretendo utilizar na casa para compra de algum móvel, eletrodoméstico etc. Ainda, o valor da venda do carro irá para essa rubrica, não influenciando no controle do blog de aportes oriundo de dinheiro novo).
O rendimento baixo foi por causa das ações, esse mês ficou negativo.
INCREMENTO PASSIVO E DIVIDENDOS
Considerando a diferença da evolução patrimonial com o aporte realizado, tive um incremento passivo de R$ 1.033,36. Das ações, recebi:
Dividendos da ODPV3 - R$ 3,60;
Dividendos da EGIE3 - R$ 9,41;
Pagamento de frações CIEL3 - R$ 18,76;
Juros sobre capital próprio da HGTX3 - R$ 7,48;
OPERAÇÕES REALIZADAS (COMPRAS BOLSA)
60 WEGE3: R$ 1.087,34;
Os valores acima estão com custos de liquidação, emolumentos e corretagem.
Agora estou apenas fazendo a manutenção mensal da carteira, com compras de mais ações dos ativos que já possuo.
Tive uma dificuldade tremenda em decidir qual ativo direcionar os aportes. Não sei qual o melhor critério para qual ação fazer novas compras mensais.
Não considerei o preço da ação, pois como estou pensando em longo prazo (18 anos), não faz sentido ficar perdendo tempo para descobrir o topo ou o fundo (até porque o montante mensal investido aqui é pequeno...). Então essa diferença entre topo ou fundo será totalmente diluída ao longo do tempo. Como vocês fazem a decisão para direcionar o aporte mensal das ações? Eu coloquei o dinheiro no papel que estava com o menor percentual dentro da minha carteira. Vou começar a estudar esse assunto.
COMPOSIÇÃO DOS INVESTIMENTOS (RF e RV):
Ignorando a renda fixa, e analisando a carteira de ações isoladamente, nesse mês tivemos uma rentabilidade de (-2,13%), mas ainda positivo no ano: 12,02% acumulado.
Renda Fixa: R$ 187.320,98 Renda Variável: R$ 10.233,54
Ainda continuamos com 95/5 entre RF e RV.
CARTEIRA AÇÕES:
VALORIZAÇÃO INDIVIDUAL DOS PAPÉIS:
A título de curiosidade, até a presente data, os papéis flutuaram conforme segue:
Boa noite, Fechando o mês de maio com o pior aporte do ano até o momento.
O motivo do aporte baixo foi algumas despesas extras que acabariam por ocorrer, conforme mencionei na postagem anterior (principalmente pela venda da loja):
R$ 1.500,00 - Doação;
R$ 1.800,00 - Troca de óleo e freio do carro (sim, de novo);
R$ 16.868,59
- Despesas pendentes da loja (algumas despesas referiam-se a competências passadas, calculei errado as despesas x crédito a receber do cartão, então tive que pagar esses valores do meu bolso, sendo um montante superior ao que eu tinha em mente 👿 e não teve como repassar ao novo proprietário);
R$ 3.200,00 - Despesas com cartórios. Ainda terei mais gastos em junho nessa rubrica... pelo menos o patrimônio em imóveis (não contabilizado no blog) aumentou em quase 1/4 de milhão.
O meu foco de trabalho agora até o fim do ano será alavancar minha Receita, mas dessa vez sem esforço próprio. Contratei mais alguns funcionários, a curto prazo perco dinheiro em investimento, equipamentos etc mas recupero em pouco tempo, além do potencial de crescimento sem esforço próprio.
Tive alguns dias de total desânimo esse mês, mas bola para frente. Vontade de vender tudo, desistir de tudo e ir morar isolado em uma praia trabalhando para pagar as contas do mês e só.
Minhas noites de sono foram um lixo, por duas vezes esse mês fiquei mais de 36 horas acordado, deitava para dormir e não conseguia, então optei em ir ver filmes, seriados etc
Minhas dores estão voltando forte e mesmo os dias que consegui dormir, acabei tendo diversos sonhos lúcidos, ou seja, passei a noite inteira "sonhando consciente", então acabei não descansando nesses dias.
Deve ser loucura ou esquizofrenia da minha parte, então aprendi a usar a meu favor esses momentos, aproveitando para ler, estudar ou aprender algo novo enquanto "estou dormindo".
APORTES
Aportes Renda Fixa: R$ 5.500,00 Aportes Renda Variável: R$ 1.030,00 Aportes totais: R$ 6.530,00 Rendimento: + 0,30% Fechamento: R$ 176.245,45
O rendimento ridículo foi porque nesse mês de maio houve o desconto de Imposto de Renda em alguns Fundos que eu possuo o dinheiro aplicado com liquidez D+0.
INCREMENTO PASSIVO E DIVIDENDOS
Considerando
a diferença da evolução patrimonial com o aporte realizado, tive um
incremento passivo de R$ 528,19. Também recebi:
Dividendos da GRND3 - R$ 15,39;
Juros sobre Capital Próprio da GRND3 - R$ 5,68;
Dividendos da HGTX3 - R$ 15,38;
OPERAÇÕES REALIZADAS (COMPRAS BOLSA)
11 MDIA3: R$ 593,73;
15 PSSA3: R$ 511,76; (papel novo)
Os valores acima estão com custos de liquidação, emolumentos e corretagem. Com a compra da PSSA3, encerro a minha carteira com 12 papéis e agora só farei a manutenção mensal.
COMPOSIÇÃO DOS INVESTIMENTOS (RF e RV):
Ignorando a renda fixa, e analisando a carteira de ações isoladamente, nesse mês tivemos uma rentabilidade de 1,43% (16,28% acumulado no ano).
Renda Fixa: R$ 166.819,37 Renda Variável: R$ 9.426,08
Ainda continuamos com 95/5 entre RF e RV.
Sinalizei em postagens anteriores que iria investir mais na RV, mas por enquanto devo aguardar, pois pretendo fazer alguns investimentos pesados nos próximos meses (o que alavancaria minha receita), sendo assim, vou deixar o dinheiro em aplicações D+0 com liquidez imediata e sem volatilidade.
CARTEIRA AÇÕES:
VALORIZAÇÃO INDIVIDUAL DOS PAPÉIS:
A título de curiosidade, até a presente data, os papéis flutuaram conforme segue:
Quase fiz uma besteira esse mês, me segurei bem e não troquei meu carro. A concessionária ligou para mim, acabei fazendo um test drive etc mas consegui vencer a vontade e não comprei. Pegaria sem por dinheiro do bolso, mas a diferença iria impactar no meu aporte por 12 meses, então resolvi não comprar.
Vitória à paciência e perseverança.
Está na lista de compra, mas vou deixar mais para frente.
Boa noite, amigos! Finalizando mais um mês do ano, que está voando! Esse mês foi um dos mais agoniantes da minha vida, muita ansiedade, dificuldades para dormir extrema, as dores da fibromialgia voltaram com força. Alguns dias foi preciso ficar direto sem dormir, seja por trabalho, seja pelo incômodo das dores, mas foi o último mês da vida nesse ritmo. De gastos extras nesse mês tivemos:
R$ 5.000,00 - Presenteei uma pessoa que conheci há pouco tempo, mas senti a necessidade de ajudá-la comprando um equipamento de trabalho, assim ela teve um "empurrão" para começar sua carreira; Com certeza ganhei um amigo para o resto da vida e, dada minha experiência empresarial, com certeza serei uma espécie de guru e guia desse amigo;
R$ 1.200,00 - Troca de óleo do carro;
R$ 7.800,00 - Parte em dinheiro dado de entrada de um veículo 0km que comprei para a esposa. Não consegui desconto à vista, então vou pagar a diferença em algumas vezes sem juros (a entrada foi maior, já quase quitando o veículo, pois coloquei o antigo mais esse valor no negócio).
Gastei muito em restaurantes de altíssimo padrão, quis experimentar coisas que nunca tinha comido na vida e fui frequentar locais com atendimento personalizadíssimo para conhecer, coisa de novela. Achei a experiência fantástica e foi bem interessante explorar locais distintos. Por outro lado, descobri alguns locais que posso comer carne Angus e Wagyus gastando pouquíssimo. Por exemplo, para saborear 400 gramas de coxão duro Angus churrasqueado com pão e vinagrete (de qualidade melhor que qualquer picanha por aí) gasto algo em torno de doze reais, preço muito barato na minha opinião.
O motivo de eu ter feito alguns gastos extras totalmente atípicos da minha vida regrada, e em especial ter ido conhecer os restaurantes caros, foi a de expressar uma felicidade interna contida, então queria saborear novas experiências.
Conforme mencionei no post de apresentação, dentre outras coisas, possuía um restaurante Fast Food, que estava vendendo, pois quero reduzir o ritmo, aproveitar mais a vida e curtir o filho que irá nascer em breve.
A minha primeira meta de 2017 fixada, conforme a apresentação, foi:
A) Para 2017:
Vender o restaurante no primeiro semestre. Caso não consiga interessados, pretendo dar para alguém ou algum funcionário, assim estaria ajudando outra pessoa. Perderia, aqui, aproximadamente 500 mil reais (esse dinheiro eu já joguei a fundo perdido, logo, mesmo que eu venda, não entrará na conta financeira aqui do blog);
Felizmente, depois de muitas negociações e acertos, encontrei um interessado e vendi o restaurante, ainda faltam pequenos ajustes burocráticos, mas já estamos com contratos firmados, entre outros aspectos.
Sentirei muita saudade do negócio, pois embora trabalhoso, a atividade era bem prazerosa, além de ser gratificante receber e ouvir elogios pelos locais.
Desta forma, estou abrindo mão de uma Receita Anual variável da ordem de R$ 1.200.000,00 a R$ 1.500.000,00.
Por sorte, o restaurante não era minha atividade principal. Foi um hobby e uma experiência única de aprendizado.
Considerei como um aprendizado único de gerenciamento empresarial com altíssima sensibilidade de gestão de pessoas e clientes na velocidade exigida por um fast food.
Nos próximos meses, vou distribuir o tempo extra em minhas outras atividades, organizar minha papelada, assistir alguns seriados e voltar a praticar atividades físicas (ahh, o lazer).
O valor da venda, tal como havia mencionado, não entrará na receita do blog e também não será utilizada para composição de aportes, inclusive, já dei um destino para o dinheiro.
Assim, minha meta pessoal fixada para 2017 está cumprida. tendo alocado um novo objetivo: em breve, pretendo comprar uma casa com alguns detalhes que sinto falta e meu apartamento atual vou dar para uma pessoa.
Também não quero que essa aquisição venha a impactar meus aportes, então o foco de trabalho no segundo semestre será o aumento da receita mensal.
No mês de maio, infelizmente, acredito que meus aportes serão baixos para a média que tenho obtido, pois terei alguns gastos ainda pendentes sem que eu tenha tido o tempo suficiente de alavancar a receita nas atividades restantes.
APORTES
Aportes Renda Fixa: R$ 23.786,32 Aportes Renda Variável: R$ 1.030,00 Aportes totais: R$ 24.816,32 Rendimento: + 0,97% Fechamento: R$ 169.187,26
INCREMENTO PASSIVO E DIVIDENDOS
Considerando a diferença da evolução patrimonial com o aporte realizado, tive um incremento passivo de R$ 1.630,25! Também recebi:
Dividendos da GRND3 - R$ 4,14;
Juros sobre Capital Próprio da GRND3 - R$ 24,63.
OPERAÇÕES REALIZADAS (COMPRAS BOLSA)
45 ODPV3: R$ 510,56; (papel novo)
11 FLRY3: R$ 523,09; (papel novo)
Os valores acima estão com custos de liquidação, emolumentos e corretagem.
COMPOSIÇÃO DOS INVESTIMENTOS (RF e RV):
Ignorando a renda fixa, e analisando a carteira de ações isoladamente, nesse mês tivemos uma rentabilidade de 7,13% (16,78% acumulado no ano). 😁😁
Renda Fixa: R$ 160.924,20 Renda Variável: R$ 8.263,06
Ainda continuamos com 95/5 entre RF e RV, contudo, estou com muita vontade de inverter os aportes a partir de junho.
CARTEIRA AÇÕES:
Com a compra da ODPV3 e da FLRY3, das minhas análises feitas, falta apenas a PSSA3 para encarteirar e fechar minhas 12 empresas, passando depois somente às análises de balanços e estudos de manutenção ou troca.
Estou gostando muito dos resultados que tenho obtido com as minhas empresas, indicando que os papéis foram uma escolha acertada e que as análises feitas, a princípio, tiveram êxito.
Para o próximo mês vou comprar PSSA3 e analisar a HYPERMARCAS. No mês de maio programei uma postagem referente à análise dos balanços do 1T17 das empresas que possuo.
VALORIZAÇÃO INDIVIDUAL DOS PAPÉIS:
A título de curiosidade, até a presente data, os papéis flutuaram conforme segue:
Continuando na luta, o próximo objetivo financeiro de curto prazo são os 200k. Na parte pessoal, a partir de junho vou rever minha rotina e abrir mais espaço para descanso, lazer e atividades físicas.
Boa noite, amigos!
Primeiro trimestre do ano encerrado já! Logo as empresas divulgam os balanços e será hora de fazer a primeira reavaliação rápida dos ativos no ano de 2017.
Esse mês foi comum, sem novidades. Continuamos trabalhando duro, focado no crescimento da receita.
De gastos extras e fora do comum, tivemos a revisão do carro e trocas de pneus, o que me levou a desembolsar R$ 4.200,00, sem impacto nos aportes do mês corrente.
APORTES
Aportes Renda Fixa: R$ 24.750,00
Aportes Renda Variável: R$ 1.030,00
Aportes totais: R$ 25.780,00
Rendimento: + 0,87%
Fechamento: R$ 142.740,69
Felizmente, os aportes estão bem acima da meta que eu havia projetado, de R$ 8.500 a 10.000,00 mensais. Isso está sendo possível em decorrência do aumento da receita e corte de despesas.
INCREMENTO PASSIVO E DIVIDENDOS
Considerando a diferença da evolução patrimonial com o aporte realizado,
tive um incremento passivo de R$ 1.224,37! Também recebi um dividendo
da WEGE3 de R$ 1,59.
OPERAÇÕES REALIZADAS (COMPRAS BOLSA)
8 RADL3: R$ 469,18; (papel novo)
19 CIEL3: R$ 514,22; (papel novo)
Os valores acima estão com custos de liquidação, emolumentos e corretagem.
COMPOSIÇÃO DOS INVESTIMENTOS (RF e RV):
Ignorando a renda fixa, e analisando a carteira de ações isoladamente, nesse mês tivemos uma rentabilidade de 2,87% (10,55% acumulado no ano).
Renda Fixa: R$ 136.057,58 Renda Variável: R$ 6.683,11
CARTEIRA AÇÕES:
A carteira está quase fechada, faltam apenas 3 papéis para finalizar, que provavelmente farei a compra no mês de abril. A partir de maio, passarei a organizar os aportes afim de manter a proporção dos ativos.
O período de estudo e análise das empresas escolhidas me deixaram bem mais seguro acerca da renda variável. Acredito que estou preparado para começar a aportar um montante maior nessa modalidade e não ficar preocupado em caso de quedas por longos períodos.
As próximas empresas que serão compradas são: FLRY3, ODPV3, PSSA3.
VALORIZAÇÃO INDIVIDUAL DOS PAPÉIS:
A título de curiosidade, até a presente data, os papéis flutuaram conforme segue:
As metas por enquanto estão sendo atingidas e o nível de aporte, sinceramente, está me surpreendendo, pois jamais esperava conseguir essa quantia em tão pouco tempo. Nunca ganhei tanto dinheiro como nesse ano e isso está sendo uma surpresa agradável para mim.
Espero que eu consiga manter esse ritmo. O aporte que eu havia projetado para esse ano era de R$ 8.500,00 a 10.000,00 mensais, ou seja, atingi mais de 50% da meta no primeiro trimestre.
Continuando na luta, o próximo objetivo de curto prazo são os 200k.
Após a análise do fechamento de 2016, essas continuam na carteira.
Daquele período até o mês atual, passei analisando outras empresas nos mais diversos segmentos, afastei algumas que não me interessaram (embora sejam empresas relativamente interessantes).
OBJETIVO
Assim, consegui concluir a escolha de minhas ações, cuja carteira será formada, por enquanto, por 12 ativos, na seguinte composição-objetivo:
A ideia foi escolher empresas que eu gostei dos balanços apresentados dos últimos anos, com perspectiva de redução/ausência de dívida; margens interessantes, lucros consistentes; receita consistente e de segmentos variados. Com o tempo, vou readequando esse percentual, ainda decidindo se devo equiparar os percentuais ou permanecer da forma como disposta.
Estou pendente em duas análises para ver se devo ou não incluir nessa carteira também, o que elevaria para 14 ativos, no caso, seria a HYPE3 e ARRZ3, por enquanto seguem na condição de "em estudo". (Caso for fazer, penso em reduzir as empresas com participação teórica de 12% e 10% para 8%, a diferença aportar nessas duas).
Levei em consideração, conforme já explicitado no primeiro post da análise da minha linha de raciocínio, alguns elementos subjetivos, pois quero ser sócio de empresas que tenham produtos que eu utilizaria no dia a dia.
Por exemplo, a empresa TOTS3, embora tenha tido aumento da receita nos últimos anos, um caixa e dívida equilibrado, principalmente frente ao EBITDA e um lucro consistente, eu não gosto da margem pequena para a empresa do setor e, especialmente, eu não gosto da empresa TOTVS, simples assim.
Tive contato com alguns sistemas e equipes de representantes da empresa no dia a dia (até porque sou usuário de alguns sistemas/equipamentos no fast food) e não gosto do atendimento, não gosto do sistema, não gosto do descaso.
Portanto, os números são agradáveis, mas por questões puramente subjetivas e sensoriais não quero ser sócio dessa empresa, se ela valorizar, sorte de quem comprou, nem vou olhar mais.
SEGMENTOS
As ações foram cuidadosamente escolhidas dentro dos meus critérios de modo a abranger diversos segmentos, tornando a carteira, ao menos na teoria, imune a problemas específicos, pois se um segmento vai mal, o outro seguraria as pontas e vice e versa, além de pulverizar melhor os riscos:
EMPRESAS
Segue algumas considerações rápidas do porquê da escolha de referidas empresas (continuando a numeração da postagem anterior):
6) CIEL3
Inicialmente, foi escolhida de modo subjetivo. Das experiências no mercado em si com as máquinas de cartão, em conversas com amigos etc, a Cielo de disparada é a melhor.
Das empresas que li e pesquisei, é a que possui melhor pacote tecnológico, possui investimentos em inovações e pesquisas para novas ideias e soluções, além de que o mercado de pagamentos ainda tem muito para crescer.
Em 2016 fechou com um resultado bruto superior aos demais anos, lucro líquido de 4 bilhões, margem de 34%, um caixa de 2,6 bilhões e reduziu a dívida líquida (caixa líquido) de 12 para 8 bilhões. A dívida ainda é alta, em decorrência da série de aquisições e investimentos em equipamentos para formação da base instalada, cujo retorno só se dá no longo prazo.
Ela investe bastante em novidades, conforme esse lançamento, um canivete suíço:
A máquina possui catálogo de produtos, cardápio, relatório de vendas, comprovantes, tudo disponível nela. Não cheguei a ver se ela consegue se comunicar com o eSAT para emissão de cupom fiscal, caso positivo, será um matador de diversos softwares, senão ainda permanecerá a necessidade de comunicação com um ERP tradicional, mas enfim. É uma inovação bem legal e facilitará demais para diversas empresas pequenas do segmento, que poderá ter sua loja sem a necessidade de um computador por exemplo ou para aqueles vendedores autônomos / pequeno comércio de porta em porta. Tecnologicamente, adorei a novidade.
Uma churrascaria, por exemplo, não precisa mais de computador e aluguel de sistemas informatizados! Basta utilizar a própria máquina para calcular o preço do rodízio, os 10%, gerar a conta, fechamento parcial da conta, o pagamento do cliente, comprovantes digitais enviados direto no email! E ela roda APPs ainda, ou seja, o estabelecimento poderia personalizar e instalar diversos outros aplicativos específicos para o seu segmento. Esse ano serão apenas 50 mil unidades nas ruas, a meta para os próximos 5 anos são 1 milhão de máquinas. Mais do que "máquina de pagamento", acredito que a CIELO criou um mercado totalmente novo aqui, com inúmeras possibilidades.
7) EGIE3
Queria uma empresa do setor energético, pois é um segmento que a demanda sempre vai existir. Procurei no segmento elétrico as empresas listadas e analisando os números e a que mais me agradou foi a Engie, antiga Tractebel, sendo a maior empresa privada de energia do Brasil.
Sua controladora é um grupo franco-belga que atua desde 1958 no país, e é o maior distribuidor independente de energia do mundo, com atuação em toda a cadeia: exploração / produção / transporte / distribuição e comercialização.
Know how não falta.
Gostei do site da empresa, que mostra todo o parque tecnológico, hidrelétricas, termelétricas, dados de produção do ano, capacidade instalada, em uso etc e ela sobreviveu bem ao golpe do setor energético (Medida Provisória 579/2012).
Levantei que possuem 9 hidrelétricas; 3 termelétricas; 13 termelétricas complementares (biomassa, eólica, PHC, solar); e mais 6 em construção (sendo 5 eólicas e 1 carvão).
Ela está em expansão constante, tendo expandido 89% desde 1998. Ainda, ela possui contratos com diversas distribuidoras (fazendo com que esteja menos refém das turbulências) e foi pioneira no mercado de Cliente Livre (que permite que determinados consumidores escolham diretamente o fornecedor de energia elétrica), possuindo diversos contratos nesse segmento com venda já realizada para 2017, isso dá mais previsibilidade e garantia do fluxo do caixa.
Distribui semestralmente 55% do líquido. Em 2013, como estava com caixa e sem necessidade de investimentos, distribuiu 100%.
Com o fechamento de 2016, marquei posição:
Patrimônio estável, receita e lucro consistente, margem boa, quase 2 bilhões em caixa, dívida extremamente controlada.
8) FLRY3 e 9) RADL3
A compra dessas duas foi aleatória. Em decorrência dos diversos exames que eu fiz, mais os da minha esposa com o pré-natal, aliado ao fato de que a população brasileira está envelhecendo, sem dúvida alguma os gastos com medicamentos e exames laboratoriais vai aumentar muito.
Dito isso, sai à caça de empresas do segmento de saúde, tanto para exames, como para vendas de medicamentos.
Das empresas de análises clínicas, a dúvida ficou entre a PARD e a FLRY. Mas a primeira, PARD, tem uma picuinha entre os sócios controladores. Não sei a origem da briga, mas perderam um excelente negócio de fusão porque uma irmã não quis assinar o documento de fusão, aquela coisa de "nossa, vocês analisaram tudo sem mim, não assino também".
Fechou 2016 muito bem, com 229 milhões de lucro líquido, margem de quase 11%, receita de 2 bilhões, 400 milhões em caixa e uma dívida de 400 milhões, mas controlada.
O RI dela, pelo que levantei e pude analisar, é espetacular. E a FLRY possui um capital de giro muito robusto, sendo até superior do que o lucro líquido dela. Nos últimos 2 anos ela está pagando as dívidas e não pegou nenhuma dívida nova, trabalhando com recursos próprios. Ponto positivo.
Segue vídeo de testes inovadores na área de oncologia, para curiosidade:
Desses dados, me pareceu uma empresa bem estruturada e focada no crescimento orgânico.
FLRY3
A RADL3 foi mais fácil, queria comprar algo do tipo e sempre vejo as farmácias dela extremamente bem localizadas, com um SSS excelente. Olhei os números, gostei e entrou para a lista.
Apenas a título de curiosidade, essa ação valorizou tanto nos últimos anos que R$ 10.000,00 em RADL3 em 2000, sem qualquer aporte, se transformaram em R$ 12.200.000,00 de reais em 2016.
Investiu 10 mil reais para ter 12 fucking milhões de reais! Uma valorização absurda de 122.280% !!!!
Quero que apenas uma das que eu estou comprando aconteça isso até 2035!!
10) ODPV3
Essa eu comprei porque li que era uma empresa boa, pesquisa vai, pesquisa vem, constatei que os números são ótimos e está investindo pesado nas relações de planos odontológicos corporativos, especialmente para micro e pequenas empresas.
Possui uma rede de 28 mil dentistas espalhados em 2,3 mil municípios, ou seja, presente em aproximadamente 50% das cidades do país.
Outro dado interessante, é que o Brasil possui 280 dentistas por mil habitantes, mas somente 11% da população tem plano dental. Os EUA, possuem 160 dentistas para cada mil habitantes e 60% da população com plano dental. Uma grande possibilidade de crescimento com mudança cultural.
O valor dos planos também são aceitáveis, R$ 400,00 ao ano ou R$ 40,00
por mês. Acho que até eu vou fazer um plano e divulgar para os amigos. Pois gasto bem mais que isso ao ano e ainda ajudo a empresa a ganhar valor com a propaganda boca a boca. Parece
interessante.
11) PSSA3
Fui atrás de saber dessa empresa com a renovação do seguro do meu carro. O seguro mais barato que consegui, coincidentemente na Porto Seguro, foi de R$ 4.000,00 com franquia obrigatória de R$ 9.500,00.
Então resolvi analisar o segmento e ver se poderia "ser sócio" dessas empresas.
Das empresas do segmento listadas na bolsa, de seguridade (previdências e seguros) me deparei com poucas. Uma excelente disponível era BB Seguridade e Participações (BBSE), mas não quis comprar por ser do BB, estou tentando distanciar de coisas que tenham relação tão direta com o governo. Mas é uma excelente opção, foi puramente subjetivo.
Outra do segmento que verifiquei é a PARC (PAR Corretora).Números interessantes, mas nova na Bolsa ainda, então deixei na reserva para nova análise em 2018 ou 2019, se continuar boa e crescendo, pode ser uma futura compra.
A Porto está entre as maiores do país, atua em todas as linhas de seguros, possui serviço de "operadora virtual de telefonia", o itaú é dono de 30% (acredito que isso implique em governança excepcional), possui cartão de crédito, seguro aluguel e agora o serviço de "carro por assinatura".
Você paga um valor por mês fixo e usa o carro no dia a dia. As despesas de IPVA, taxas, documentação, manutenção e seguros é da Porto Seguro. Você fica responsável pelo combustível, e só.
Para mim não é uma opção viável, pois eu acostumei com carros de segmento Premium e uso muito (devo gastar entre 10 a 20 tanques de gasolina por mês).
Mas se eu usasse o carro só para "trabalho, casa, mercado", não pensaria duas vezes... Pois somando o valor da depreciação, manutenção, tributos e seguros, além do valor do próprio veículo em si, acredito que fica mais barato esse plano, não fiz as contas, mas brasileiro precisa do "bem em seu nome", então é esperar para ver o que acontece.
Além disso, li, mas não me recordo onde, que a Porto Seguro já está pensando em novas tecnologias (realização de seguro personalizado, conforme o meio que cada pessoa dirige o veículo usando Big data) e também buscando soluções futuras para os carros autônomos.
Caixa e dívida para esse segmento sempre serão nesse estilo, altos e zerados, posto que recebem o dinheiro primeiro (seguro) e depois gastam (sinistros).
De qualquer forma, o patrimônio, receita e lucro seguem em crescimento.
12) WEGE3
Como mencionado no post anterior sobre minha carteira, não conhecia essa empresa, mas me assustou durante as pesquisas realizadas dada a quantidade de produtos, tecnologia e tamanho da empresa!
Conforme último WEG DAY realizado, uma apresentação para analistas e investidores, ela atua em diversos países (em todos os continentes), desenvolvendo motores, transformadores, distribuidores etc
Para quem tiver curiosidade, vale a pena a leitura da apresentação do WEG DAY 2015, só para conhecer o tamanho dessa empresa!
Na Ásia possui 13 escritórios de venda, 38 distribuidores e 3 fábricas, além de 34 assistências técnica.
Uma delas possui 1000 empregados, produzindo 360 mil motores de baixa voltagem ao ano; outra tem 1500 empregados, com capacidade de produção de 1,5 milhão de motores de baixa voltagem ao ano!
É uma gigante do setor. Confiram o portfolio de apenas um dos continentes em que atua (em outros produz até mais coisas, tais como: tinta, tinta em pó, verniz, disjuntor, fontes, fusíveis etc).
Ainda, os números são ótimos, com Patrimônio sólido, receita e lucro em crescimento/consistentes, margem estáveis, caixa em crescimento e suficiente para pagamento de toda a dívida, se quisesse! Essa empresa me deixou orgulhoso de ser brasileiro, e agora sócio.
Conforme colocação no início, agora a carteira-objetivo contém 12 empresas, com algumas separadas para estudos futuros.
E, da mesma forma que no primeiro post, adorei pesquisar sobre as empresas e fugir do senso comum de que "bolsa é petrobrás ou vale".
Ressalto, ainda, que o escopo desse post foi a de elucidar qual é a minha linha de raciocínio
ao comprar um papel, devendo cada um desenvolver seus próprios métodos e
critérios. Sou
leigo no assunto e as minhas postagens NÃO devem ser utilizadas como
referência para a tomada de decisões. Sugiro que estudem e desenvolvam
seus próprios métodos e conclusões.